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10 dicas para se proteger e o que fazer se seu celular for roubado

Se antes ter um celular roubado o problema se restringia à perda do aparelho, atualmente passar por essa situação pode significar graves prejuízos financeiros. Afinal, o smartphone passou a ser um dos principais locais para a realização de transações bancárias e até mesmo pagamentos de compras. O celular passou a ser um objeto ainda mais cobiçado pelos criminosos e o número de roubos e furtos vem aumentando.

Veja o que fazer para aumentar a proteção de seus dados e acesso a aplicativos e o que fazer em caso de roubo, furto e, claro, perda do aparelho.

Para se proteger

1. Confira como estão os limites diários de transações e mantenha tudo de acordo com seu padrão de uso

Você pode limitar os valores diários de transações que podem ser feitas via os aplicativos bancários. Isso ajuda reduzir o prejuízo no caso de acessos à sua conta bancária. É possível, inclusive, determinar limites diferentes para serviços diferentes, como pix, transferência, doc etc. Em alguns caso é possível, inclusive, determinar limites diurnos e noturnos. Os sistemas, inclusive, impossibilitam um aumento imediato dos limites, o que impede que criminosos alterem os limites e burlem essa barreira. 

2. Não salve senhas no celular

É claro que é muito prático não precisar se lembrar de todas as senhas de aplicativos e e-mails no momento de usar seu celular. No entanto, vale considerar que, deixar uma senha salva, elimina toda a segurança proporcionada por um sistema protegido. Por isso, não ative os recursos de preenchimento automático ou de guardar senhas e prefira digitá-las em todos os acessos. Faça isso mesmo para aplicativos que não considere tão importantes, as senhas geralmente dão acesso a outras informações que podem ser usadas para golpes, como nome completo, endereço de e-mail etc.

3. Jamais anote suas senhas no próprio celular

Esta dica é complementar da primeira. Ter as senhas anotadas tem o mesmo efeito de deixar habilitado o preenchimento automático. 

4. Crie senhas diferentes para os diversos acessos

Por mais difícil que seja memorizar várias senhas, é muito importante que você crie combinações numéricas diferentes para utilizar seus aplicativos. Isso porque caso consigam quebrar a segurança de algum dos acessos, os criminosos irão tentar a mesma senha nos demais. Não reaproveite senhas de redes sociais e não use combinações óbvias, como datas de aniversário (nem a sua, de seus pais ou filhos, nem a casamento ou namoro). O ideal é criar senhas complexas que misturem letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos.

5. Apague mensagens e fotos com dados sensíveis

Precisou enviar um WhatsApp com o CNPJ da sua empresa, recibo de pagamentos ou notas fiscais? Ou ainda dados pessoais como seu CPF, RG, data de nascimento, nome dos pais, endereço? Apague na sequência. Não guarde fotos de cartões bancários.

6. Desabilite notificações com a tela bloqueada

Usar esse recurso faz com que seja possível ter acesso a informações sem ser necessário desbloquear a tela. É possível, por exemplo, visualizar um SMS com o código de verificação para alterar senhas em sites e redes sociais. Ou seja, uma ajuda e tanto para os criminosos.

7. Deixe habilitado o serviço de geolocalização

O serviço de geolocalização facilita localizar seu aparelho em caso de perda e, também, roubo ou furto. Vale saber que alguns aplicativos, como os de rotas de trânsito (Google Drive, Waze etc), solicitam acessar a geolocalização, porém vale checar se a geolocalização do próprio smartphone está sempre ativa.

8. Salve o número do IMEI do seu celular

Todo celular tem seu número de identificação, chamado de IMEI. Trata-se de uma sequência de 15 dígitos única. Ele possibilita que a operadora identifique o dispositivo e realize o bloquei permanente dele. Isso torna impossível conectar o aparelho a qualquer rede móvel, o que impede que um criminoso use seu celular ou consiga revendê-lo.
Para descobrir o IMEI do seu celular, basta ligar do seu smartphone para *#06# e o número aparecerá na tela. Anote em um local seguro e use esse dado para solicitar o bloqueio permanente caso seja necessário.

9. Ative a autenticação de dois passos e não use o próprio celular para a confirmação

Entre nas configurações dos aplicativos que usa em seu celular, localize a opção “privacidade” e selecione a autenticação em dois passos, também chamada de dois fatores. Uma ação importante é não cadastrar o próprio número para receber SMS o número secundário para autenticação. A dica é manter um celular extra que tenha o mesmo sistema operacional do usado diariamente. Pode ser um aparelho mais antigo, com um chip apenas para fazer autenticação por SMS de aplicativos. Outra forma é indicar o número do(a) parceiro(a), familiar, amigo(a). Dessa maneira, caso um criminoso tente redefinir alguma senha, a mensagem será enviada para outro celular e não aquele que está em posse dele.

10. Atualize os aplicativos e aplicativos do celular com frequência

As atualizações garantem o acesso a novos recursos de segurança, correção de falhas e vulnerabilidades. Por isso, veja regularmente se há novas versões disponíveis tanto para o software do próprio celular quanto dos aplicativos utilizados.

Em caso de roubo, furto ou perda

Caso você seja roubado, tenha o celular furtado ou perca o aparelho, o mais importante é agir com rapidez. Veja o que fazer:

1. Avise imediatamente as instituições financeiras com as quais mantém relacionamento

Isso é importante para solicitar bloqueios temporários, como o do seu cartão de crédito, alterar senhas de acesso e já identificar possíveis transações indevidas. Lembre-se de ter acesso fácil a estes números, pois você estará sem seu celular para consultá-los. Anote em um papel e tenha essas informações sempre à mão. Você poderá usar o celular de uma pessoa conhecida para resolver tudo.

2. Bloqueie a linha com a operadora

Entre em contato com sua operadora, solicitando o bloqueio da linha. Utilize o número do IMEI (mencionado nas dicas de como se prevenir) para realizar o bloqueio permanente do aparelho.

3. Apague os dados do celular

Mesmo que o aparelho não tenha sido roubado com a tela desbloqueada, o ideal é apagar os dados salvos nele, o mais rápido possível. Assim, o criminoso não terá acesso a informações e fotos pessoais. Se seu aparelho for Android, entre no Google por um computador, acessando sua conta Google, digite “Encontre Meu Dispositivo” e depois em “Limpar Dispositivo”. Importante saber que não será possível acessar novamente os dados e nem localizar o aparelho novamente. Se seu celular tiver o sistema iOS, acesse seu espaço no iCloud por um computador para apagar os dados.

4. Faça um Boletim de Ocorrência

Vale a pena registrar um Boletim de Ocorrência. Basta procurar o site da delegacia virtual de seu estado e seguir as instruções. Ter o B.O. é interessante:  ele pode ser solicitado para realizar bloqueios de contas bancárias ou até mesmo para o bloqueio do celular.

Finalmente, por mais que ter um celular roubado possa trazer transtornos e prejuízos financeiros, é sempre bom lembrar: nunca reaja a um assalto, não faça movimentos bruscos para entregar o aparelho para o criminoso nem corra atrás do assaltante quando ele fugir. Preserve seu bem mais precioso: sua vida.

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