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Exportação ou escritório local: o que é melhor na hora de internacionalizar?

Se você pretende expandir o seu negócio para o exterior, provavelmente já se fez a seguinte pergunta: o melhor para internacionalizar a empresa é exportação ou escritório local em outro país?

Para ajudar a responder a essa pergunta, separamos algumas vantagens e desafios no exterior gerados por cada modalidade. Não deixe de conferir para descobrir qual é a melhor alternativa para a sua organização!

Exportação

Pontos positivos

Nessa modalidade, a empresa envia o produto para outro país, sem necessariamente ter uma subsidiária nesse local. Algumas vantagens dessa opção incluem:

  • atendimento a um novo mercado consumidor (muitas vezes maior do que o nacional);

  • ganho de escala;

  • possibilidade de vender produto na moeda local, às vezes mais forte cambialmente do que o real;

  • escoamento de excesso de produção, que não foi absorvido pelo mercado interno.

Pontos negativos

Por outro lado, existem fatores que podem dificultar a atuação no exterior. Veja alguns:

  • necessidade de adaptação a alguma questão legal ou regulatória, que pode exigir alteração no produto ou em sua composição;

  • dependência de intermediário, como um distribuidor ou representante, para vender o produto. Isso reduz o controle sobre como ele será comercializado, inclusive em relação à sua divulgação;

  • necessidade de adaptar a mercadoria à cultura local do país, sob risco de não ter boa aceitação.

Escritório local

Pontos positivos

Um escritório internacional possibilita maior controle de como o produto da empresa será vendido, promovido e distribuído em outro país. Além disso, é capaz de gerar aproximação entre o negócio e o consumidor final dessa região. Também confere proteção contra riscos nacionais, como uma eventual crise interna.

Dados de uma pesquisa da Fundação Dom Cabral divulgados no Estadão apontam o seguinte: de 69 empresas participantes do estudo que contavam com atuação internacional, 71,9% elevaram seu investimento no exterior. O objetivo era diminuir a dependência do mercado nacional, impactado recentemente pela recessão.

Outros prós são:

  • gestão de recursos humanos (RH) internacional, com possibilidade de convivência e troca de experiência entre o colaborador brasileiro e os nativos do país;

  • acesso a fatores de produção menos custosos, dependendo do país;

  • aumento no valor de marca, pois passa a ser uma empresa internacional;

  • economia de escala;

  • maior flexibilidade;

  • possibilidade de adquirir crédito em regiões que concedem o benefício apenas para empresa residente;

  • diferenciação em relação à concorrência no mercado interno, em geral menos internacionalizada.

Pontos negativos

Um escritório no exterior também tem seus contras, como:

  • burocracia da transição internacional e da própria abertura da empresa;

  • exposição a risco econômico, ambiental ou político do país escolhido;

  • necessidade de adaptar a operação à lei local;

  • demanda por investimento, às vezes alto, para montar a estrutura regional.

Importância de um parceiro internacional

Independentemente da estratégia de internacionalização adotada, é essencial contar com um parceiro confiável. Por exemplo, uma consultoria com expertise em processo de expansão para outro país.

É necessário ainda buscar um banco com atuação no exterior para realizar toda movimentação financeira, bem como um distribuidor (no caso de envio de produtos para fora).

Os pontos levantados servem como indicadores para você pesquisar mais a fundo se é melhor escolher exportação ou escritório local na hora de atuar no comércio exterior.

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