Você sabia que 1/4 da cidade de São Paulo é ocupada, atualmente, por estacionamentos? Quem mora no município, que já possui mais de 6 milhões de veículos, passa, ainda, 3 horas no trânsito diariamente para ir e voltar do trabalho. O cenário é, de fato, assustador – e estressante. Mas como resolver essa adversidade?
Capitais realmente costumam ter problemas voltados para mobilidade urbana pelo grande número de moradores – trânsito, transporte público lotado, regiões sem acesso a transportes. Por isso, é necessário criar alternativas ao que já é oferecido: são essas tentativas que podem garantir a locomobilidade da população.
Uma das alternativas que prometem colaborar com a solução de problemas de mobilidade urbana é a Uber. O princípio da plataforma é pegar um carro, que possui apenas um passageiro, e transformá-lo em um meio de transporte coletivo e acessível – diminuindo emissão de gases poluentes e tirando outros carros da rua.
“As cidades, na verdade, deveriam ser pensadas para as pessoas e não para os carros”, defende Guilherme Telles, General Manager da Uber no Brasil, ao explicar o propósito da organização e afirmar que a empresa foi criada para agregar valor à população e trazer uma nova opção para os moradores, favorecendo, ainda, o ecossistema.
Assim como a Uber, outras plataformas digitais também oferecem opções de transporte ao morador da capital – como Cabify e 99 Táxis. “O compartilhamento é uma tendência econômica. É o futuro. Quanto mais as empresas puderem colaborar com a sociedade na qual estão inseridas, mais conseguirão conquistar clientes e, consequentemente, gerar oportunidades de trabalho”, explica Guilherme.
O movimento não acontece só em São Paulo. Em Nova York, por exemplo, 10% dos usuários Millennials venderam ou desistiram de ter um carro para dependerem apenas dos aplicativos. Telles conta que existem diversos estudos que comprovam que a escolha pode, realmente, gerar mais lucros para as pessoas, dependendo do local onde moram e trabalham. “O gasto com Uber, por exemplo, tende a ser menor do que com gasolina e estacionamento”.
Guilherme também defende que, atualmente, e seguindo o movimento da economia compartilhada, todos os carros poderiam ser cadastrados em alguma plataforma, liberando o recurso quando quisessem: vai viajar e está faltando gente no carro? Compartilhe! Colegas do trabalho moram perto da sua casa? Compartilhe!
Seguindo a tendência, em alguns anos, Telles acredita que os estacionamentos poderão ser transformados em parques e que os problemas de trânsito poderão ser amenizados. “Quanto menos carros na rua, menos poluição, menos perda de tempo no transito, mais espaço nas vias e mais qualidade de vida para todos os moradores de uma cidade”.
Sempre tenha em mente que o seu produto ou serviço deve despertar a vontade do consumidor de utilizar ou adquirir. Por isso, por fim, sempre se coloque no lugar do cliente como usuário, para avaliar a experiência proposta pela criação.