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Geração distribuída de energia: saiba o que é e como pode ajudar o seu negócio

Placas de energia solar próximas à hélices eólicas.

Você já ouviu falar sobre geração distribuída compartilhada? Pois saiba que essa modalidade de geração de energia elétrica pode representar uma economia relevante na conta de luz do seu negócio.

Apesar de regulamentada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) desde 2015, o modelo ganhou maior segurança jurídica com o Marco Legal da Microgeração e Minigeração Distribuída (Lei nº 14.300/2022), que consolidou regras e trouxe mais previsibilidade para consumidores e empresas.

Nos últimos anos, a busca por redução de custos e soluções mais sustentáveis tem impulsionado a adoção desse modelo por pequenos negócios.

Descubra mais sobre esse conceito e entenda como ele pode beneficiar o seu empreendimento:

O que é a geração distribuída?

A geração distribuída é a produção de energia elétrica realizada próxima ou no próprio local de consumo, como residências, empresas ou indústrias, por meio de sistemas conectados à rede elétrica pública.

Esses sistemas injetam a energia produzida na rede e, em troca, geram créditos que podem ser utilizados para reduzir o valor da conta de luz.

Por meio desse modelo, o consumidor ganha mais autonomia e pode até escolher como deseja consumir energia, o que representa uma mudança importante em relação ao modelo tradicional.

Na geração centralizada, grandes usinas produzem energia e a distribuem por meio de redes de transmissão até chegar ao consumidor final. Já na geração distribuída, essa produção acontece de forma descentralizada, mais próxima do ponto de consumo, o que reduz perdas e aumenta a eficiência do sistema.

Como a energia da geração distribuída é produzida?

Outro ponto importante da geração distribuída é que ela costuma ser baseada em fontes renováveis de energia, como solar, eólica e biogás.

Entre elas, a energia solar fotovoltaica é a mais utilizada no Brasil, principalmente por sua viabilidade técnica e pela facilidade de instalação em pequenos negócios.

Além da economia, esse modelo também contribui para práticas mais sustentáveis, algo cada vez mais valorizado por consumidores e empresas.

Quais são as modalidades da geração distribuída?

A geração distribuída pode acontecer de diferentes formas, dependendo da estrutura e da necessidade do consumidor. As principais modalidades são:

Autoconsumo remoto – permite que a energia gerada em um local seja utilizada para reduzir a conta de luz de outro, desde que ambos estejam vinculados ao mesmo CPF ou CNPJ.

Geração compartilhada – ocorre quando duas ou mais empresas se unem para utilizar a energia gerada por uma mesma usina, dividindo os créditos conforme contrato.

Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras – modelo comum em condomínios, em que os participantes compartilham a geração de energia e utilizam os créditos em suas contas individuais.

Essas alternativas tornam o modelo mais acessível, mesmo para quem não possui espaço ou estrutura para instalar um sistema próprio.

É necessário fazer investimento para se beneficiar da geração distribuída?

Não necessariamente.

Embora seja possível investir na própria geração de energia, por exemplo com a instalação de sistemas fotovoltaicos, também existem alternativas que não exigem obra ou investimento inicial elevado.

Na modalidade de geração compartilhada, por exemplo, é possível “alugar” uma parte da produção de uma usina. A energia gerada é convertida em créditos que são abatidos da conta de luz.

Na prática, o valor pago pela participação costuma ser inferior à economia gerada, o que torna o modelo interessante do ponto de vista financeiro.

Além disso, como o consumidor continua conectado à distribuidora, não há risco de ficar sem energia caso haja qualquer interrupção na geração.

Quais as exigências para um pequeno negócio contratar a geração compartilhada?

Para aderir à geração compartilhada, é necessário que a conta de energia esteja vinculada ao CNPJ da empresa e que o consumidor esteja enquadrado no grupo B, ou seja, com fornecimento em baixa tensão (inferior a 2,3 kV).

Outro passo importante é escolher uma empresa responsável pela gestão do contrato com a usina geradora. Atualmente, já existem diversas empresas que oferecem esse tipo de serviço, o que facilita o acesso ao modelo.

Antes de contratar, é recomendável avaliar condições comerciais, prazos e regras de compensação de créditos.

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