Brasil tem crescimento de comércio exterior acima da média

Número foi o maior entre os países do G-20

20-03-2019

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A política comercial brasileira e a integração do país à economia mundial têm sido pauta de discussão frequente na atualidade. Apesar da crise econômica e da estagnação de alguns setores, a nação se destacou no chamado G-20, devido ao seu crescimento de comércio
exterior acima da média.

Neste artigo, falaremos sobre a presença do país nesse grupo, com dados de crescimento da participação brasileira, além da expectativa para 2019. Confira!

Crescimento acima da média

O G-20 é um grupo constituído por ministros da economia, chefes de bancos centrais e chefes de Estado das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.

No terceiro trimestre de 2018, o comércio exterior brasileiro teve a maior taxa de crescimento entre todos que constituem o grupo, seguido pela China. Até outubro de 2018, a exportação chegou a US$ 199,1 bilhões. No caso brasileiro, a porcentagem de aumento da importação foi de 18%, enquanto a exportação cresceu 5,5% — ambas acima de qualquer país do grupo, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

Razões para o aumento acima da média

A maior razão para o crescimento de comércio exterior brasileiro é a perda de força do fluxo de exportação e importação. A guerra comercial entre EUA e China foi o principal motor para impulsionar a exportação do Brasil.

Excluindo os grandes exportadores petróleo, como Rússia e Arábia Saudita, o comércio do grupo do G-20 ficou estagnado. Além do acirramento do conflito financeiro entre as duas maiores economias, como destacado, a expansão comercial foi interrompida devido às medidas protecionistas impostas pelas uniões.

Futuro do comércio exterior

O comércio exterior é um importante motor de crescimento, produtividade, inovação, emprego e também desenvolvimento. Como foi possível ver, o sistema ainda está aquém do esperado, havendo espaço para melhoria.

A tendência é que o acordo dos países se fortaleça em 2019, assim como o comprometimento com o meio ambiente. Mas não é só isso. A ideia é que o grupo foque no desenvolvimento e modernização, mas também evite conflitos, como o que tem acontecido entre os EUA e a China.

Uma tendência forte é tornar o comércio mais justo no futuro, mas também quebrar a barreira protecionista que impede países de atingirem um maior desenvolvimento. O objetivo é que um grande número de negócios seja fechado nesse entremeio pelas nações pertencentes ao bloco.

Assim, todos os países poderão apresentar um aumento, não retração — como aconteceu com Argentina, Turquia e Itália. Com a política coordenada entre os membros, a ideia é que haja um crescimento sustentável, maior estabilidade econômica, regulação financeira e redução de risco de uma nova crise financeira mundial.

O crescimento de comércio exterior acima da média do Brasil mostra como a nação tenta superar a crise econômica pela qual vem passando. Para isso, o foco tem sido na maior abertura do mercado, o que traz mais oportunidades para os negócios comercializarem seu produto fora do país.

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