Como os aplicativos de entrega estão revolucionando o delivery no Brasil?

Forma de entrega pode otimizar custo logístico das empresas.

25-03-2019

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Ligar para o restaurante favorito e fazer um pedido é um hábito comum de quem quer a praticidade de comer bem em casa sem precisar cozinhar. Esse já era um comportamento característico do brasileiro, que se intensificou com a popularização dos aplicativos de entrega.

Os apps que participam desse mercado são principalmente iFood, Uber Eats e Rappi— sem contar os aplicativos dos próprios estabelecimentos. Para se ter uma ideia, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o mercado de delivery movimentou R$ 11 bilhões em 2018.

Leia nosso artigo e veja como esses apps estão revolucionando o delivery no país!

Como os aplicativos de entrega começaram no Brasil?

O precursor desse movimento no país foi o iFood, empresa de delivery de comida fundada em 2011. Desde a aquisição pela Movile e a fusão com o RestauranteWeb, ambas em 2014, o iFood teve um crescimento expressivo. Esse sucesso acompanhou, inclusive, a disseminação dos smartphones e dos planos mais acessíveis de conexão móvel.

Na ocasião, a plataforma não chegava a ter 5 mil restaurantes. Em 2018, o iFood atingiu mais de 50 mil parceiros na sua base, apesar da concorrência muito atuante. No mesmo ano, atingiu a marca de cerca de 390 mil pedidos por dia.

A Movile já faz parte do rol de unicórnios brasileiros. Mas, como veremos adiante, não é a única empresa com valor de mercado considerável no setor de delivery da América Latina.

Quais são os benefícios desses apps?

Ainda que o app recolha uma comissão sobre o valor do pedido, existe uma série de vantagens do uso desses aplicativos para quem é dono de bar ou restaurante. Confira as principais a seguir:

  • aumento da visibilidade do estabelecimento, aproveitando a base de usuários do app;

  • simplificação da gestão de pedidos;

  • funcionalidade de emissão de relatório, incluindo faturamento, número de pedidos, tíquete médio, entre outros;

  • meio de pagamento digital (possibilidade de o cliente pagar diretamente no aplicativo);

  • redução do custo com atendimento;

  • menor preocupação com o processo de entrega (o iFood, por exemplo, oferece o serviço de delivery para o restaurante em troca de uma comissão um pouco maior sobre o pedido).

Ao conectar o entregador ao estabelecimento, a função desses apps é facilitar o transporte de produtos, tendo em vista que o cliente procura evitar o trânsito das grandes cidades e conseguir o que precisa sem abandonar o conforto do lar.

Como vimos, os aplicativos de entrega são importantes atores da revolução na mobilidade que estamos vivenciando. Portanto, vale a pena pesquisar o plano de parceria que eles têm a oferecer e analisar se podem contribuir para a sua estratégia, além de ajudar na otimização de processos.

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