Confira os 6 mitos do e-commerce

Descubra se não são percepções falsas que estão desmotivando você a incluir este relevante canal de vendas em seu negócio

Publicado em 21/09/2020

Foto: Envato Elements

Apesar de o comércio eletrônico já ser uma realidade para muitas pequenas empresas, ainda é comum a persistência de alguns mitos sobre o e-commerce. São percepções falsas que acabam desmotivando empreendedores a incluir este relevante canal de vendas em seus negócios. Confira aqui os principais mitos e derrube as barreiras que impedem seu empreendimento de avançar para o meio digital:

Mito 1) O e-commerce não funciona para todos os produtos e serviços

Esse é um pensamento comum, porém equivocado. Diversos segmentos que à primeira vista poderiam não prosperar na venda online alcançaram pleno sucesso. A moda é um deles. Além disso, o avanço do uso das plataformas digitais mostrou que até mesmo uma aula de dança pode ser dada virtualmente. Se ninguém em sua área de atuação está trabalhando com e-commerce, isso não significa, necessariamente, que seja impossível. Significa que é preciso ser criativo e pensar em como aproveitar esta oportunidade para ser pioneiro. 

Mito 2) É preciso muito dinheiro para começar um e-commerce

Pelo contrário. É possível começar de forma bem básica para depois, com o lucro obtido, ir investindo em soluções mais completas. Veja o exemplo de microempreendedores que recebem pedidos por WhatsApp, realizando uma venda online com a ferramenta disponível gratuitamente em seu smartphone. Além disso, há diversas ferramentas robustas, com valores acessíveis. Você também pode ser apoiado por parceiros, como o Santander, que disponibiliza, para quem tem conta corrente Pessoa Jurídica Santander, o CoPiloto, um sistema completo de gestão de negócios que inclui uma loja virtual integrada, funcionalidade de frente de caixa e emissão de NF.

Mito 3) E-commerce demanda muito investimento em divulgação para atingir o público desejado

Basta acessar sua rede social favorita para você perceber como isso não é verdade: os anúncios que aparecem estão relacionados às suas últimas buscas no Google. Cada vez mais sofisticados, os algoritmos combinam uma série de informações na busca por acertar em cheio as preferências e necessidades dos consumidores. O Facebook, por exemplo, disponibiliza uma ferramenta simples para seleção bastante precisa do público-alvo de posts impulsionados e os valores para divulgação são muito acessíveis. 

Mito 4) Será necessário duplicar a equipe para o atendimento do e-commerce

Engana-se quem acha que a versão digital do negócio demanda a mesma estrutura da física. Isso não acontece porque as ferramentas de gerenciamento de e-commerce dão conta de boa parte dos processos. Além disso, um fluxo de trabalho bem desenhado ajuda a identificar os procedimentos comuns da loja física e da virtual e organizar o tempo da equipe para o atendimento de ambas.

Mito 5) Somente o público jovem consome pela internet

Quem tem produtos e serviços voltados para faixas etárias acima dos 30 anos pode achar que o e-commerce não é para seu público. Os dados mostram o contrário: a maioria (66%) dos consumidores online está concentrada em pessoas acima dos 35 anos segundo a 39ª edição do relatório Webshoppers. Segundo o levantamento, em 2018, o público entre 35 e 49 anos respondia por 37% das compras online e as pessoas acima dos 50 anos por 29% do total, seguindo uma tendência observada pelo menos desde 2016.

Mito 6) As regras do e-commerce não são claras

Os aspectos legais do e-commerce no Brasil já estão bem estabelecidos e estão descritos em dois materiais: o Código de Defesa do Consumidor e o Decreto nº 7.962/2013,  o principal regulamento do e-commerce no Brasil.  Quer saber os principais pontos envolvidos na parte legal da venda online? O Episódio 05 do Podcast Avançar sobre E-commerce falou sobre isso. O programa está repleto de dicas, mas se você quiser ir direto ao ponto sobre a Lei do E-commerce, acompanhe o intervalo que vai de 05’57’’ a 06’51 para acessar clique aqui e cadastre-se gratuitamente.

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